O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
(Source: garotadolago)
Via AntiquadaIncríveis momentos em câmera lenta
Esmagando uma laranja:
Quebrando uma TV
Quebrando Tijolo com a mão:
Acendendo um esqueiro:
Quebrando uma lâmpada:
(Source: humor-100-limite)
O amor, quando acaba, parece que ele nunca existiu. Você olha pra pessoa, assim, na sua frente. E aí você fala “Pô, eu quase me matei por uma porcaria dessa aí?
– Cazuza (via desamando)(Source: des-centralizar)
Via eita-julieta











